Estudante de Engenharia Informática apaixonado pela área; algures em Portugal.

Administrador da instância lemmy.pt.


Computer Science student, passionate about the field; somewhere in Portugal.

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  • The map is wildly simplistic, as usual for these Internet takes lol.
    In Portugal, for example (where I come from), I don’t know anyone that keeps their shoes in-doors 95% the time. If you’re doing some quick work or holding an event, people might be a bit more lack about taking off your shoes, but I (and many my friends) always make an effort to take some kind of home footware when visiting other people’s homes. As a general rule? Everyone puts some socks/sleepers/flipflops on.






















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    6 months ago

    Realmente a tua situação é muito desagradável, mas daí a generalizar, não sei. Talvez sejamos mais “barulhentos” que outros povos, à semelhança dos Espanhóis, Italianos, Gregos, etc, contudo o que descreveste parece-me ser uma situação bastante anómala, especialmente tendo em conta a notável simpatia do teu prezado vizinho.
    Se de facto te incomoda e não te permite descansar nos teus momentos de lazer, nomeadamente à noite, não me parece de todo descabido entrar e contacto com as autoridades. Podes ainda antes tentar falar com a administração do condomínio, caso se aplique.

    Quantos aos escapes abertos, é algo que me tira do sério quando apanho na rua, mas felizmente tem sido bastante esporádico. Talvez esteja só com sorte. A polícia devia apertar muito mais com isso, sem dúvida. E claro, menos carros nas ruas seria ótimo também…


  • tmpod@lemmy.ptMtoPortugal - Geral@lemmy.ptBarulho
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    6 months ago

    Não conheço a tua situação em concreto, mas não subscrevo de todo o que dizes x)

    A correr terás sempre o barulho do teu movimento. Quanto ao barulho exterior na rua, cafés, etc, usa uns bons fones. Em casa em princípio não precisarás de fones, a não ser que estejas longe de colunas ou a fazer barulho (a lavar a loiça por exemplo). Se tiveres muito barulho para lá das tuas paredes, se calhar devias pensar em falar com os vizinhos em questão?

    Não vejo o que há de especial em Portugal; parece-me apenas um problema de viver num centro urbano.



  • While the issue of the inter-server protocol being overly chatty is very much real, putting the burden on the users isn’t a good solution.

    The focus should instead be on improving the protocol itself and its implementation with better algorithms, batching, etc. I’m not super knowledgeable about the inner workings, but I feel like there’s still some relatively “low hanging fruits” in the protocol design (are activities properly batched? are they sent as linear broadcasts to all federated instances? could we use some alternative broadcast distribution, like binomial? etc) and implementation (is the data model leading to some expensive operations? are the SQL queries well written? could we speed them up some other way?).

    I say this as someone who’s been running an instance for many years now, and can tell you for sure it has been a rather bumpy ride, as a small server. Running a good and fast server with lots connections is not cheap; not as much as it should, at least imo.



  • This. And to add to what other commenters have said, by using Bitwarden and paying for their Premium plan (very cheap, just $10/year), even if you don’t use all their features, you’re supporting a good project. It’s critical infrastructure, I think the price is more than fair.
    Either way, you should always make periodic backups from any cloud service you use, encrypted of course.


  • This would be really neat, however it’s not trivial to sell those everywhere. If you’re lucky to live in a country or even city where they can get those to, you’re golden. If you don’t, you’re screwed.

    Unfortunately, as much as I love the idea and tech behind Monero, actually accepting it is not practical at all, as the coin is used a lot for criminal stuff and is thus very strictly followed by many agencies. We don’t know if they can break it, but even they don’t, businesses can get a rough treatment just for accepting Monero. It’s perfectly understandable if they’d rather not do it.




  • E o jeito que os portugueses pronunciam as coisas podem ser difícil para os brasileiros, ouvi. Tipo, ouvi brasileiros pronunciando quase cada som da palavra e os portugueses pulam uns sons.

    Ah sim, bem observado. O Português de Portugal é bem mais fechado que o do Brasil, que acaba por ser mais “melódico”. Aliás, é comum estrangeiros acharem que pt-PT se assemelha muito a línguas eslavas (Russo, Ucraniano, etc) foneticamente, que vem, pelo menos em parte, dessa forma mais fechada de pronunciar as palavras.


  • Sim, essa visão é comum. No meu caso, consigo compreender o sotaque do Português do Brasil com grande facilidade, mas as diferenças de vocabulário às vezes tramam-me. No sentido contrário, creio haver, na generalidade, uma maior dificuldade de compreensão do sotaque em si, além de uma barreira de vocabulário também.

    Penso que essa dificuldade acrescida dos sotaques vem do facto de no Brasil se consumir muito Português do Brasil, tanto pelo grande volume de produções nacionais, como de produções estrangeiras dobradas. Em Portugal, comparativamente, consome-se muito mais multimédia noutras línguas ou dialetos, tendo a legendagem um papel muito mais relevante que a dobragem. É de notar também que em Portugal, a presença da variante brasileira é consideravelmente mais marcada que a presença da variante portuguesa (ou europeia) no Brasil.


    PS: Como o Vilna já referiu, se escreveste isto sem a ajuda de um tradutor, parabéns :) Peço desculpa se a minha resposta tiver palavras ou expressões mais elaboradas! Se tiveres dúvidas, estou ao dispor.